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Gal inova em ‘Recanto ao vivo’ com funk e eletrônico

Recém-saído do forno, o trabalho que leva ao palco o último disco de inéditas de Gal destoa das cores fortes do Tropicalismo, mas afina-se com as intenções de Caetano, Gil, Bethânia e da própria Gal no movimento que previa rupturas, sob a influência da vanguarda e do popular. “Ver a Gal de hoje é ver a reafirmação de tudo que ela foi na história. Realmente a gente conquistou um negócio bem complexo”, reflete Caetano no documentário presente nos extras do DVD, produzido e dirigido ao lado do filho, Moreno Veloso.
Entre batidas eletrônicas e guitarras distorcidas, versos como “Não, o autotune não basta pra fazer o canto andar”, de “Autotune autoerótico”, ou frases mais dolorosas como “Só deus sabe o duro que eu dei/ Mulher, aos prazeres, futuro/ eu me guardei”, de “Recanto escuro”.
Com os fortes acentos do sotaque baiano, a cantora, que se transferiu para São Paulo no ano passado e logo incorporou o clima da grande metrópole ao novo trabalho, comentou, entrevista à Tribuna, sobre a fase atual, que, apesar de aparentemente nova, é parte da revolução que sempre perseguiu: “Desde lá atrás eu tinha uma tendência a gostar do desafio das coisas novas. Para mim, a estranheza, a novidade não eram um empecilho. Eram um dado que me fazia apaixonar”.

Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/cultura/gal-inova-em-recanto-ao-vivo-com-funk-e-eletronico-1.1247383

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